sexta-feira, 30 de julho de 2010

Índice dos posts de FEVEREIRO a JULHO de 2010

Prezados leitores,

Atendendo aos pedidos de alguns dos nossos visitantes coloco abaixo uma pequena listagem com os links organizados por assunto, de tudo que foi publicado no blog até agora.
Devido às diferentes configurações no computador de cada um, nem sempre é fácil encontrar postagens antigas.
Portanto aí está uma maneira mais simples de visitar as páginas do blog. Divirtam-se!

Um abraço,
Ricardo
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PERSONAGENS, LOCAIS e DATAS
* Seja bem vindo(a)!
* Avôs Revolucionários
* Medalha MMDC da Sociedade Veteranos de 32
* 23 de Maio de 1932 - A Batalha da Praça da República
* O local dos fatos, 78 anos depois...
* Biografias MMDCA
* Cerimônia MMDC - Câmara Municipal de São Paulo
* Comentários dos visitantes
* A Batalha do Morro do Gravi em Itapira
* IX - VII – MMX
* O TUDO POR SÃO PAULO 1932 pela internet
* Colabore com a SUA história
* Sud Menucci e o outro lado da moeda
* E o sul de Mato Grosso foi às armas!
* Tio Chico
* Sebastião Buck Tocalino

CAPACETES e UNIFORMES
* Capacetes de Aço de 1932
* Túnica e Capacete
* Capacete Trem Blindado TB5
* Túnica da Força Pública (detalhes)
* Capacete de Pano
* Capacete das tropas ditatoriais
* Uniforme de 1o Tenente/Médico
* Lote de Veterano Alemão
* Capacete FIEL

CAMPANHA DO OURO
* Anéis da Campanha do Ouro
* Diploma de colaboração a Campanha do Ouro
* Barra de Prata - CAMPANHA DO OURO
* Bonus Pró Constituição
* Moeda Paulista
* Medalha trocada por OURO
* Carimbo da Campanha do Ouro

PINS DE PROPAGANDA
* Pins de propaganda - Parte I
* Pins de Propaganda - Parte II
* Pins de Propaganda - Parte III
* Anel e Pin
* Raríssimo pin do Correio Militar do MMDC
* Abridor de cartas em forma do GLÁDIO PAULISTA
* Pins comemorativos
* DEUS E MINHA TERRA NA PAZ OU NA GUERRA !
* Album Paulista

HERÁLDICA PAULISTA
* Alegoria Paulista por José Wasth Rodrigues
* A Paulistinha - Diploma do PRP
* Brasões de São Paulo
* Projetos do Brasão da Cidade de São Paulo

INSÍGNIAS, MEDALHAS e ACESSÓRIOS
* Serviço de Policiamento Civil
* Medalha de São Paulo
* Facão de Combate – MMDC
* Cantil, fivelas e outros acessórios
* Bordado de Bibico Constitucionalista
* Medalhas Comemorativas
* Baioneta do Fuzil Mauser 1908
* Bronze da Medalha de São Paulo
* A rara medalha do C.I.D.T.

POSTAIS, LIVROS, DOCUMENTOS e FOTOS
* Cartões Postais I
* Cartões Postais II
* Folhetos de Propaganda - A Guerra de Papel
* Manual do Voluntário Constitucionalista
* Foto de Estúdio com dedicatória de Romão Gomes
* Autógrafo do General Isidoro Dias Lopes
* Cruzes Paulistas MCMXXXII

SOUVENIRS
* Lembrança de Capão Bonito
* Cinzeiro comemorativo
* Placa Comemorativa MMDC 1957
* Lembrança dos combates no Túnel da Mantiqueira

FRAGMENTOS DA HISTÓRIA PAULISTA
* Lembranças do vôo do Jahú
* Cantil da Força Pública de São Paulo
* Revolta de 1924 - Medalha da Legalidade
* Souvenir da época da Gripe Espanhola de 1918
* Peças comemorativas do IV Centenário de São Paulo
* Medalha da antiga GUARDA NOTURNA de São Paulo
* Homenagem a antiga Guarda Civil de São Paulo

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Sebastião Buck Tocalino

Ricardo,
Excelente o seu trabalho. Gostei da apresentação e do valioso conteúdo.
Despertou grandes lembranças de meu pai Sebastião Buck Tocalino, de Viradouro, cidade próxima de Barretos.

Ele, casado em 31 de dezembro de 1931, alistou-se como voluntário deixando minha mãe gravida, de cuja gestação eu nasci aos 13 de outubro de 1932. Regressou como sargento.
Na foto no Monumento do Ipiranga meu pai é o da direita, com lenço branco.
Cresci vendo seu capacete, cantil, baioneta e a velha farda. Havia cartões e outras correspondências.

Luiz Carlos Tocalino
lctn13@yahoo.com.br

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Agradeço ao Sr. Luiz Carlos pelas informações e retribuo mostrando abaixo uma página do Relatório da Campanha do Ouro aonde aparece um nome que certamente lhe será familiar.

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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Lembranças do vôo do Jahú

Página gloriosa na história de São Paulo, o vôo do hidroavião Jahú em 1927 marcou a terceira travessia aérea do Atlântico Sul, a primeira da história sem escalas. A tripulação do Jahú era composta por João Ribeiro de Barros (piloto civil), 1o Tenente Aviador João Negrão (Força Pública de São Paulo), Capitão Newton Braga (piloto observador do Exército) e Vasco Cinquini (piloto-mecânico civil).

Inúmeras medalhas referentes ao feito foram cunhadas na época. Apresentamos abaixo algumas delas, sendo a que está no centro da foto um exemplar em bronze idêntico aos quatro originais em ouro entregues aos pilotos.
Segundo o BOLETIM GERAL da Força Pública No 181 de 20/08 referente as homenagens aos pilotos, "a medalha tem no verso as ephigies dos quatro bravos, encimadas com a legenda AOS DENODADOS TRIPULANTES DO JAHÚ e em baixo, o grande hydro avião em repouso nas águas da repreza de Santo Amaro".
Com exceção da medalha em alumínio (a direita), as medalhas abaixo foram esculpidas e cunhadas por Miguel Langone, o mesmo artista das famosas Medalhas de São Paulo.

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Interessante também é destacar a participação destes nobres aviadores durante a Revolução de 1932 no GMAP - Grupo Misto de Aviação da Força Pública / 1o Grupo de Aviação Constitucionalista no qual o Capitão João Negrão foi Subcomandante.

Abaixo vemos o estandarte do GMAP e uma imagem com duas insígnias da aviação paulista: a menor (e mais antiga) usada nos anos 20/30 e a insígnia atual dos pilotos da Polícia Militar do Estado de São Paulo, cujo desenho foi baseado na insígnia usada pelo Capitão João Negrão (visível na última foto).

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Bibliografia:
"Polícia Militar - Asas e Glórias de São Paulo" José Canavó Filho e Edilberto de Oliveira Melo. Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 1978; "Brasões e Bandeiras do Brasil" Clóvis Ribeiro com ilustrações de José Wasth Rodrigues, 1933.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Tio Chico

Boa tarde, Ricardo! tudo bem?
Sou fã ardoroso do seu blog! Acompanho mais que assiduamente!

Minha cidade Jaú, contribuiu sobremaneira para a Revolução.
Nosso estádio se chama "Zezinho Magalhães", em homenagem a José Carlos Magalhães de Almeida Prado que, com 15 anos, fugiu de casa e foi para as trincheiras da Frente Sul. Na Praça da República há um monumento com um capacete.
Também há o jazigo de 3 jauenses mortos na Revolução, que eu faço questão de limpar a cada 15 dias no máximo.

Tenho parentes na cidade de Dois Córregos, aqui próximo. A vila de Guarapuã, pertencente àquele município, fica a 12 km da dita cidade e cerca de 15 km de Jaú. Meus antepassados foram fundadores da vila. Uma das ruas do centro se chama Paulo José do Carmo (meu tataravô).

O irmão de meu bisavô Luís era o "tio Chico" - Francisco do Carmo.
Tio Chico foi voluntário em 32. Lutou na trincheira de Itapetininga.
O amigo de Tio Chico, à direita na foto morreu em ação, ao lado dele, na trincheira.

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Tio Chico, a meu ver, é a prova de que 32 foi bem popular e legalista. Um jovem saído dos confins da vilazinha de Guarapuã e que se fez voluntário. Posteriormente Tio Chico se formou em Direito. O verso da foto está com a caligrafia dele.

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É um prazer contribuir com seu trabalho!
Grande abraço,
Viva São Paulo!

Marcus T. A. Carmo
Professor de História - COC Jaú, Bauru e Araraquara.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Cantil da Força Pública de São Paulo

Esta é uma peça que foi usada após a Revolução de 1932, mas nem por isso deixa de ser relevante para o nosso blog.
Trata-se de um conjunto com cantil, panela e copo da antiga Força Pública do Estado de São Paulo (a atual Polícia Militar). Esse conjunto vem acondicionado numa capa de lona na cor dos uniformes da época e traz ainda uma bolsa para acondicionamento dos talheres.

Este tipo de material de campanha foi adotado logo após 1932 - momento no qual a Força Pública identificou certas necessidades no equipamento de combate individual e foi usado até o final dos anos 60, quando a Força Pública deixou de ser uma tropa aquartelada nos moldes do exército e passou a fazer o policiamento ostensivo nas ruas.

É interessante notar o uso do Brasão do Estado por toda a extensão da lateral do cantil.

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domingo, 18 de julho de 2010

E o sul de Mato Grosso foi às armas!

Hoje temos um ótimo texto sobre a participação do Mato Grosso enviado por Luiz Eduardo Silva Parreira que nos traz mais informações sobre essa história tão pouco divulgada. Boa leitura!

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E o sul de Mato Grosso foi às armas!

09 de Julho é feriado em São Paulo. É quando se comemora o início da
Revolução Constitucionalista de 1932. Tudo pára em respeito aos que
lutaram e tombaram nesse conflito, que não visava à separação de São
Paulo do Brasil (como difundiu a propaganda difamatória de Getúlio
Vargas), mas o contrário. Irrompeu-se a luta armada buscando uma nova
Constituição para o país, para tirá-lo do atraso, da insegurança
jurídica e do despotismo federal pós Revolução de 30.

O coração bandeirante ainda bate forte, 78 anos depois, em razão dos
feitos de seu povo que, em alguns pontos, antecipou os acontecimentos
que ocorreriam quase dez anos depois, durante a Segunda Guerra Mundial
(1939-1945), na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos da América: toda a
economia voltada para a guerra; mulheres substituindo os homens em
tarefas industriais, pois estes estavam nos campos de batalha e o mais
emocionante, a mobilização voluntária de toda a sociedade para o
conflito. Em três dias, mais de 30.000 homens se alistaram nas
fileiras paulistas!

São Paulo, em defesa da Constituição, produziu, improvisou e adaptou
de tudo: granadas, capacetes, munições, morteiros e canhões. Uma
imensa rede de civis auxiliava os soldados, não deixando que nada lhes
faltasse, até o limite dos suprimentos, cuja escassez foi um dos
motivos de os paulistas terem perdido o conflito. Senhoras cosiam
meias e toucas, pois era julho, inverno. Escoteiros levavam
correspondências. E, é justamente, um escoteiro o mais jovem soldado
morto em combate na Revolução de 32, ALDO CHIORATTO, de 9 anos e meio
de idade, morto durante bombardeio aéreo em Campinas.

Entretanto, poucos se lembram que não só São Paulo foi às armas. O sul
do Mato Grosso também foi! Campo Grande, Bela Vista, Ponta Porã, Porto
Murtinho, Ladário, Três Lagoas, Paranaíba, Coxim enviaram tropas ou
foram palcos de combates nos quais até aviões foram utilizados em
ataques às tropas adversárias.

Alguns historiadores chegam a citar mais de 3.000 homens envolvidos
diretamente nas lutas no território do Estado de Maracaju, nome
adotado pelo sul do Mato Grosso durante o conflito. Era o sonho
divisionista que se concretizava por via das armas e que durou
enquanto duraram suas munições: três meses.

E justamente por conta da necessidade de abastecimento; em virtude de
o porto de Santos ter sido bloqueado por navios de guerra leais a
Vargas, é que restou como a única alternativa paulista de
abastecimento e escoamento, a utilização da antiga rota de suprimentos
das terras localizadas no centro da América do Sul: Rio Paraguai - Rio
Paraná - Estuário do Prata - Oceano Atlântico, cujo principal ponto
logístico possível de controle pelos constitucionalistas era a cidade
de Porto Murtinho.

Para lá se dirigiu a famosa Coluna de Bronze, formada por
constitucionalistas do sul do Mato Grosso, que utilizaram dois canhões
de montanha franceses Schneider, de 75 mm. Como parte do suporte
paulista ao avanço de seus aliados mato-grossenses para tomar a
cidade, enviou-se um caça Curtiss Falcon, que atacou as tropas
federais nos arredores de Porto Murtinho. Dias antes, os paulistas já
haviam bombardeado a Base Naval de Ladário, com o mesmo tipo de
aeronave.

As tropas legalistas, com mais de 1.200 combatentes, contra-atacavam
os constitucionalistas da Coluna de Bronze com pesado fogo dos canhões
e morteiros do Monitor Fluvial Pernambuco. Segundo cronistas da época,
como Umberto Puiggari, a batalha por Porto Murtinho a adjacências
deixou mais de 300 mortos e a cidade parcialmente destruída.

Já as forças que combateram em Três Lagoas e Paranaíba, conseguiram
impedir que reforços do norte do Mato Grosso e Goiás cercassem as
forças bandeirantes. J. Barbosa Rodrigues comenta que ali também os
combates foram ferozes.

E em território paulista, no teatro conhecido como Frente Sul, forças
do Batalhão Taunay, de Campo Grande e do 11º Regimento de Cavalaria,
de Ponta Porã, lutaram para impedir que tropas vindas do sul do país
entrassem em São Paulo.

Com efeito, 09 de Julho é uma data que também afetou a vida dos
habitantes das terras hoje sul-mato-grossenses. Segundo o
ex-governador de Mato Grosso do Sul, Wilson Barbosa Martins, o clima
na cidade de Campo Grande era de empolgação. Os professores iam dar
aulas de farda e capacete. Mais de 800 homens se apresentaram para
alistamento num único dia.

Os combatentes do sul do Mato Grosso eram em sua maioria,
soldados-cidadãos: homens comuns, de diversas profissões. Havia
brasileiros e paraguaios; descendentes de japoneses, libaneses e
alemães; índios, negros, brancos, pardos. Foi a nossa pequena guerra
mundial, onde todos os povos que aqui moravam pegaram em armas para a
defesa da legalidade. Como lembra Puiggari, a insegurança jurídica no
sertão sul do Mato Grosso era tamanha que até juízes eram intimidados
com os famosos ‘saltos’: sua transferência de comarca quando
incomodava algum apadrinhado do governo getulista.

Aqui também se lutou bravamente!


Mas, a superioridade numérica governista era evidente e depois de três
meses de combates, São Paulo capitulou. No início de outubro de 1932,
os paulistas cessaram fogo... mas, o sul do Mato Grosso não. Aqui a
luta durou até o fim daquele mês, quando a cidade de Bela Vista se
entregou ao Tenente-Coronel Francisco Gil Castelo-Branco.

E diferente de São Paulo, lamentavelmente em Mato Grosso do Sul,
especialmente em Campo Grande, pouca coisa existe hoje que lembre
estes feitos. Daquela época ainda estão em pé (e não se sabe até
quando) o prédio do Quartel-General, na Avenida Afonso Pena, de onde
partiram as primeiras ordens do General-de-Brigada Bertholdo Klinger,
Comandante Militar do Movimento; a loja Maçônica da Avenida Calógeras,
que sediou o Governo do Estado de Maracaju, tendo como Governador o
Dr. Vespasiano Martins; o canhão Schneider de 75 mm na frente do 2º/9º
Bsup, que acompanhou a Coluna de Bronze; o quartel do 18ºBlog, que
sediou o 18º BC, cujos soldados lutaram bravamente em diversas
frentes. Será que tais monumentos não mereceriam ao menos uma placa
indicativa? Fazendo justiça ao prédio maçônico, ali há uma, colocada
por iniciativa própria da entidade. Mas, e nos demais pontos?

Enfim, mais um 09 de Julho em São Paulo, quando os paulistas honram
seus combatentes-cidadãos. Mais um 09 de Julho em Campo Grande, que
parece fazer questão de esquecer sua história de pouco mais de 100
anos, por descaso.



Luiz Eduardo Silva Parreira é Advogado (luizeduardo@parreira.adv.br)

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Carimbo da Campanha do Ouro

Esta é uma peça muito famosa entre os numismatas brasileiros, mas que permanece desconhecida das pessoas que não colecionam moedas e que hoje ganha espaço no nosso Museu Virtual:
Trata-se das moedas de prata que foram doadas pela população de São Paulo durante a Campanha do Ouro e que não chegaram a ser fundidas em Barras de Prata.

Segundo o mestre numismata Kurt Prober, essas moedas foram carimbadas em meados de 1935 na fase final de liquidação de bens doados para a campanha quando então teve-se a idéia de marcá-las para a posteridade.
A marca ficou conhecida como o "Carimbo do Capacete" e desde sua criação gera uma enorme polêmica sobre quantas foram "carimbadas" e em quais circunstâncias, sendo que alguns afirmam que moedas circulantes chegaram a serem carimbadas numa "troca de favores". De todo modo tratam-se de moedas muito escassas atualmente e com um enorme significado histórico.

Abro aqui um parênteses para alertar que alguns vendedores inescrupulosos tem anunciado como originais moedas antigas carimbadas recentemente - e que destoam completamente na qualidade de detalhes das moedas "originais" marcadas em 1935.

Abaixo vemos duas moedas Imperiais de prata, com o "Carimbo do Capacete".
Essas duas moedas estiveram presentes no mais glorioso momento de nossa história paulista.

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quinta-feira, 15 de julho de 2010

O TUDO POR SÃO PAULO 1932 pela internet

Nas últimas semanas tive a oportunidade de divulgar o blog na mídia, sendo que o primeiro veículo de comunicação que entrou em contato comigo e mostrou interesse em exibir a nossa história foi a TV GLOBO através da editoria do SPTV 2a Edição. A matéria foi ao ar na noite de 9 de Julho contando um pouco da participação dos meus avôs em 1932 e mostrando alguns objetos do período. Foi muito emocionante ver minha tia contando cheia de orgulho esta nossa história!

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Abaixo selecionei alguns links que gentilmente publicaram matérias relativas ao blog. Aproveito para agradecer a todos que colaboram na divulgação e mando um abraço em especial ao Douglas, do excelente São Paulo Abandonada pelo enorme apoio ao nosso blog. Certamente faremos alguns projetos juntos no futuro - sempre é claro, contando histórias do passado!

Continuem acompanhando o blog para mais personagens, locais e objetos de 1932.
Um abraço,
Ricardo

http://saopauloabandonada.com.br/entrevista-ricardo-della-rosa/
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/07/pontos-historicos-de-sp-ajudam-relembrar-revolucao-de-1932.html
http://www.jornalolince.com.br/2010/jun/pages/panopticum-frente.php
http://www2.uol.com.br/historiaviva/noticias/patriotismo_paulista.html
http://meutimedebotao.blogspot.com/2010/07/meu-time-de-botao-ricardo-della-rosa.html
http://www.jornalavoz.com.br/home/?p=8456
http://www.correiopaulistano.com.br/mostra.asp?sec=3&sub=155
http://www.novomilenio.inf.br/festas/1932sp00.htm
http://www.sampa.art.br/new/

terça-feira, 13 de julho de 2010

Capacete FIEL

Inúmeras indústrias foram responsáveis pela fabricação dos três modelos de capacetes de aço usados pelas tropas paulistas. Abaixo vemos um modelo inglês, fabricado pela FIEL - famosa pela fabricação de cofres e móveis de aço. Mais um fruto da eficiente produção de guerra paulista.

É possível ver a logomarca da empresa estampada na aba do capacete.
Trata-se de uma peça extremamente sólida e reforçada. Um dos capacetes mais pesados que já tive em mãos.

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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Colabore com a SUA história

Gostaria de agradecer as inúmeras mensagens que recebi nesses últimos dias. É muito gratificante saber que o blog tem um público cativo e interessado na gloriosa história paulista!! De minha parte pretendo retribuir trazendo semanalmente novos artigos e objetos da época.

Por outro lado, gostaria de convidar nossos leitores a nos enviar histórias de suas famílias, amigos e cidades.
A idéia é tornar este espaço um referencial para quem quer saber mais sobre a Revolução de 32 - e não há nada mais interessante do que esses pequenos fragmentos históricos que muita gente tem para contar.

Basta enviar um email para tudoporsp1932@gmail.com nos contando alguma coisa de seus familiares ou de fatos ocorridos em sua região, ou mesmo trazendo uma foto da época ou de algum objeto da época. Vamos homenagear nossos heróis!

Um abraço,
Ricardo

sexta-feira, 9 de julho de 2010

IX - VII - MMX

“Marcha soldado paulista,
Marca teu passo na história
Deixa na terra uma pista,
Deixa um rastilho de Glória”

Tudo por São Paulo 1932-2010.

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quinta-feira, 8 de julho de 2010

Lote de Veterano Alemão

Apresentamos hoje um bonito conjunto de objetos de um veterano alemão que combateu durante a Revolução de 32: Diploma de contribuição para a Campanha do Ouro, bibico, medalha e uma pulseira de identificação.

Essas peças nos lembram a colaboração dos imigrantes europeus que vieram para São Paulo e acabaram dando uma importante colaboração para o movimento constitucionalista, seja no aspecto material com o apoio de inúmeros industriais e comerciantes ou pela participação dos voluntários estrangeiros nas fileiras paulistas.

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Na foto abaixo o bibico do veterano. Na inscrição que está meio apagada lê-se SECTOR CUNHA.

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A moldura do diploma da Campanha do Ouro é da tradicional Casa da Raposa.

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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cartões Postais II

Como já vimos anteriormente, inúmeros cartões postais foram impressos durante a revolução no intuíto de possibilitar o contato entre os combatentes e seus familiares e amigos. Estes cartões traziam ilustrações que remetiam ao movimento e eram distribuídos pelo Correio Militar do MMDC.

Além das belas ilustrações, estes cartões nos contam histórias sobre a revolução, trazendo informações sobre os combates e os lugares que se tronaram célebres durante as batalhas. Abaixo podemos notar nomes como VILA QUEIMADA, CUNHA e CACHOEIRA, três localidades que viram intensos combates em 1932. História pura!!

O último cartão a direita na foto abaixo, foi enviado do meu avô para minha avó, escrito em Vila Queimada na Frente do Vale do Paraíba. Foi uma posição extremamente bombardeada por artilharia e pelos temidos "vermelhinhos", culminando com uma batalha feroz no dia 31 de agosto.

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Os familiares também enviavam fotos para os combatentes no front.
Abaixo vemos uma foto de meu tio Luis de Campos Maia devidamente "fardado". Interessante é o que a minha avó Dulce escreve atrás da foto: "Luiz cheio de valentia em continência ao querido e bravo soldado Maia Netto"

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Album Paulista

Apresento hoje aos leitores do blog, o ilustre ALBUM PAULISTA.
Este raro álbum de figurinhas foi editado nos anos 30 logo após a Revolução, e traz quase a totalidade dos objetos de propaganda que foram feitos durante o período revolucionário.

São mais de uma centena de estampas coloridas com pins, cartões postais, posters e toda sorte de lembrança fabricada naqueles poucos meses de 32. Para o colecionador, este álbum tem um duplo significado por ser um objeto de coleção e por servir de índice para os objetos do período.

Muitos destes objetos já foram publicados aqui em nossas páginas. Selecionamos alguns links que o novo visitante vai apreciar conhecer, basta clicar nas palavras abaixo ou consultar o arquivo do blog a direita desta página.

Anéis, Pins I, Pins II, Postais I, Pins III, Anel e Pin, Pins IV.

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