domingo, 29 de agosto de 2010

Medalha de Tempo de Serviço da Força Pública

Apresento hoje uma pequena porém preciosa medalha, muito relacionada com a história de São Paulo e também com a Revolução de 1932. Trata-se da Medalha de Tempo de Serviço da Força Pública do Estado de São Paulo.

Introduzida pelo Decreto Estadual n°3.196-A, de 21 de abril de 1920 - esta medalha ficou em uso até 1939.
Era confeccionada em ouro para aqueles com 30 anos de serviço, prata para 20 anos e bronze para dez anos. O exemplar que vemos abaixo está sem a fita, que era de seda na cor azul com cinco faixas brancas, sustentada por um passador no mesmo metal da medalha.

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Juntamente com a Medalha da Legalidade, formavam a combinação mais usada pelos oficiais da Força Pública de São Paulo nos anos 30 e consequentemente durante a Campanha Constitucionalista.

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Abaixo vemos o Comandante da Força Pública de São Paulo entre Maio de 1928 a Abril de 1931, Coronel Joviniano Brandão usando as duas medalhas em questão.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Amadeu Augusto - Batalhão Marcílio Franco

Nascido em 16 de outubro de 1905, o voluntário Amadeu Augusto integrou o Batalhão Marcílio Franco juntamente com seu irmão Arlindo Augusto e seu cunhado José Del Nero.

Sua esposa, Dona Yolanda Del Nero Augusto ficou em Pirassununga participando como voluntária - ajudando na fabricação de fardas para os soldados constitucionalistas.
Durante a Campanha Constitucionalista, Amadeu Augusto e seus familiares participaram de algumas das mais intensas batalhas na Frente Sul, como a do cemitério em Buri onde morreu o herói Ruytemberg Rocha.

Após a revolução, Amadeu Augusto retomou suas atividades civis como comerciante, projetista e Juiz de Paz.
Foi sócio-fundador da Escola Técnica de Comércio de Pirassununga, do Clube Pirassununga e do Independente Futebol Clube.
Já José Del Nero, fez carreira no Palmeiras e ficou conhecido como "Puro Sangue" e "Sangue Azul" pela sua raça em campo.

Exemplos de paulistas que atenderam o chamado da Lei e da Ordem, retornaram aos seus lares e se destacaram nas atividades que desenvolveram em suas vidas!
Abaixo vemos fotos e recortes de jornais de Pirassununga sobre Amadeu Augusto e seus familiares, material gentilmente enviado para o blog por seu filho, Arnaldo Augusto.

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A esquerda na fileira superior José Del Nero, e a direita Arlindo Augusto ao lado de seu irmão Amadeu Augusto.

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Amadeu Augusto com as insígnias de 1o Sargento.

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Propaganda: Cartazes da Revolução de 32

Alguns dos mais famosos ícones da Revolução de 32 são justamente os cartazes de propaganda.
Usados para conseguir apoio da população paulista, os cartazes criados em 1932 trazem mensagens fortes e diretas.

É importante ressaltar que estes cartazes foram a primeira grande manifestação da propaganda política e de guerra em solo brasileiro. Posteriormente, durante a era Vargas o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) voltaria a fazer uso desse tipo de veículo para disseminar idéias políticas ou conseguir o apoio da população em favor da entrada do Brasil na guerra.

Criados com maestria pelo departamento de propaganda do M.M.D.C. estas peças apelam diretamente para os brios do paulista. Sem dúvida alguma o cartaz mais famoso da série é o do soldado constitucionalista apontando "VOCÊ tem um dever a cumprir". Abaixo trazemos esta e mais algumas outras propagandas que fazem parte da história iconográfica de São Paulo e da história da propaganda no Brasil.

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Dois cartazes de alistamento, sempre trazendo as bandeiras de São Paulo e do Brasil.
No segundo cartaz é curioso notar que todo soldado tem o mesmo rosto: Abre-se mão da individualidade pela causa coletiva.

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A versão feminina do cartaz do soldado constitucionalista: A mulher paulista representada por uma enfermeira nesta belíssima arte. A mão espalmada no peito e o dedo em riste completam a mensagem.

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O cartazete abaixo era oferecido às famílias dos voluntários, que o ostentavam com muito orgulho nas paredes de seus lares. Cada cartaz era nominal e assinado no posto de alistamento.

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Como em várias ilustrações da época, a figura do Bandeirante lembra ao paulista sobre seus antepassados guerreiros.
A célebre frase "SUSTENTAE O FOGO QUE A VICTÓRIA É NOSSA" já havia sido usada em 1865 pelo Almirante Barroso durante a Batalha Naval do Riachuelo, passagem gloriosa da nossa história ocorrida durante a Guerra do Paraguai.

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A Associação Comercial de São Paulo produziu estes dois belos cartazes durante a Campanha do Ouro.
A anônima mão feminina que sacrifica a riqueza pessoal em prol de uma causa justa e nobre.

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ORIGINAIS
Após 78 anos infelizmente é muito difícil encontrar as impressões originais da época, isso se deve a ação do tempo no papel e ao fato que a grande maioria destes cartazes foram colados durante a revolução, dificultando a sua remoção.

Felizmente alguns museus ainda preservam (e expõe) estes belíssimos fragmentos da nossa história.
É o caso do Museu Pedagógico Bernardino de Campos na cidade de Amparo (foto abaixo) que além dos cartazes tem um interessante acervo sobre 32.

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Já o quadro a seguir encontra-se no acervo do autor do blog. Trata-se de um dos cartazes da Campanha do Ouro e é possível notar o nome da empresa que imprimiu a peça.

Existe no entanto uma solução mais viável para quem gostaria de ter essas belas impressões na sua parede, que é a publicação chamada ÁLBUM DE FAMÍLIA editada durante as comemorações do IV Centenário de São Paulo.
O álbum traz alguns destes cartazes re-impressos em ótima qualidade, em um tamanho ideal para se emoldurar e com o verso em branco. A publicação ainda pode ser encontrada em sebos. Futuramente falaremos mais sobre ela aqui neste espaço!

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SAIBA MAIS:
Museu Histórico e Pedagógico Bernardino de Campos
Rua Luís Leite, 7 - Amparo-SP
Fone: (19) 3807-2742/ (19) 3817-3002

Álbum de Família - Livraria Martins Editora
Impresso em 1954 e re-impresso em 1982

terça-feira, 17 de agosto de 2010

M.M.D.C. e L.D.P.

Durante a Revolução de 32 entidades como o M.M.D.C. e a L.D.P (Liga de Defesa Paulista) atuaram de forma determinante, organizando batalhões no front e operando logisticamente na retaguarda.

Abaixo vemos algumas insígnias destas entidades, e um Manual de Instruções para membros do Correio Militar do MMDC. Além da comunicação entre os soldados e suas famílias, o Correio Militar era responsável pela entrega de documentos importantes como esta carta do QG do Coronel Euclydes Figueiredo no Campo de Aviação de Lorena.

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sábado, 14 de agosto de 2010

A Revolução de 32 no Armorial Paulista

Alguns municípios do Estado de São Paulo tem a honra de trazer a memória de 1932 em seus brasões.
É o caso de Buri, Lavrinhas e Cunha, cidades que tiveram extrema importância durante a revolução.
Abaixo apresento o brasão de cada uma delas juntamente com algumas informações que pude coletar a respeito nos websites de suas prefeituras. Agradeço ao Professor Attilio Brunacci pela ajuda na interpretação destas e de diversas outras frases em latim.

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BURI - FIEL NA PAZ, FIDELÍSSIMA NA GUERRA
O Brasão de Armas do Município de Buri foi idealizado pelo Dr. Lauro Ribeiro Escobar, do Conselho Estadual de Honrarias e Mérito. Seu significado "atesta o ânimo valoroso do povo de Buri, que se na paz cumpre silenciosamente seu dever, contribuindo para o progresso do Estado e do País, exacerba, na guerra, seu ardor, oferecendo a vida e derramando sangue."


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LAVRINHAS - CUIDADO ESTOU ALERTA
Garantidas ao município a 19 de julho de 1976, as armas do município são de criação do Dr. Lauro Ribeiro Escobar, membro do Conselho Estadual de Honraria e Mérito. Cidade situada na região do Vale do Paraíba - importante teatro de operações em 1932, eixo de ligação entre os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

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CUNHA - MURALHA DA PAZ
De autoria do heraldista Prof. Arcinoé Antonio Peixoto de Faria, "lembra a Epopéia Paulista de 1932, quando a cidade de Cunha foi teatro de uma das maiores e mais gloriosas páginas históricas do Estado de São Paulo."

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

José Cunha de Oliveira, Batalhão 23 de Maio

Ricardo, tudo bem ?
Mostrei vosso Blog para minha mãe, dona Irene, hoje com 88 anos e algo interessante aconteceu !! Ela passou a contar-me muitas história sobre meu pai, José Cunha de Oliveira, coisas da época da Revolução de 32.

Perguntei-lhe se lembrava do "capacete de pano" ( cata-ovos ) que foi de meu pai e com o qual eu brinquei muito.
Ouvi estarrecido que "aquele" capacete de pano não era do meu pai!
Naquela época era muito comum uma brincadeira entre os soldados de "desaliviar" equipamentos dos outros, ou seja, roubar em caráter de brincadeira, tipo um trote, utensílios e peças de fardamentos uns dos outros !!! Mostrou-me então uma foto do meu pai da época da Revolução, ele é o único que está sem cobertura na cabeça...seu capacete de pano havia sido "desaliviado"!

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A foto é da guarnição de uma das trincheiras ao longo do Rio do Peixe, no município de Socorro e são de integrantes do Batalhão 23 de Maio, comandado pelo Padre Luís, de Amparo. Ali todos devem ser amparenses (acho!). Note a cara de desapontado (e bravo) de meu pai... O capacete de pano com o qual eu brincava tinha em sua parte da frente um destintivo metálico circular, verde na parte externa, amarelo na parte intermediária e azul no centro, por dentro tinha a inscrição, BAHIA. Um dia, lendo o diário de um primo de meu pai, que serviu no mesmo batalhão, minha mãe soube que durante uma patrulha noturna, renderam uma patrulha adversária, a primeira coisa que meu pai fez foi "desaliviar" um capacete de pano de um inimigo! Ces't la guérre...

Outro "causo" é que alguns dias depois, ao entardecer, um oficial do Exército veio até a trincheira e informou que possivelmente o inimigo faria ataques de sondagem por aqueles lados, então todo movimento que viesse do lado de Minas, pela estrada de terra que vinha de Munhoz, deveria ser repelido. Depois do oficial ir embora, veio o caminhão que trazia o jantar e após abastece-los, foi pelo meio do mato levar o jantar para outra trincheira.
Na volta, como já estava bem escuro, o motorista decidiu voltar pela estrada de terra, "aquela" que vinha de Minas, com medo de se perder pelo mato. Por sorte o motorista nada sofreu, mas o caminhão precisou ser rebocado, de tanto tiro que levou por parte do pessoal da trincheira do meu pai !!!
No dia seguinte o pessoal todo da trincheira recebeu voz de prisão e foram levados para Socorro, onde ficaram sentados na praça central em frente a Matriz, aguardando uma reunião entre o tal oficial do Exército e oficiais da Força Pública que queriam levar o Batalhão todo preso para a capital, por fim o oficial do Exército segurou a barra deles e convenceu os oficiais da Força Pública de que eles apenas tinham cumprido ordens e a culpa tinha sido do motorista do caminhão... (ambos, motorista e caminhão eram da Força Pública !! ).

Também através da leitura deste mesmo diário do primo de meu pai, ela soube que o primeiro tiro disparado pelo Batalhão 23 de Maio, na Revolução, foi por "arte" de meu pai, ele estava na cabine de um caminhão que integrava uma coluna formada por efetivos de Batalhão 23 de Maio, Batalhão do Brás e integrantes da Força Pública e que se dirigiam a Pouso Alegre para se juntar a forças militares que estavam aquarteladas naquela cidade, isso antes de Minas se bandear para o lado do Getúlio. Como estava em dúvida se o seu fuzil Mauzer estava travado ou não, ao invés de verificar apenas olhando a trava da arma, como estava com muito sono e a arma estava enconstada entre seu corpo e a porta do passageiro, decidiu apertar o gatilho!
O tiro saiu pela capota da cabine do caminhão...a coluna toda parou, pensando ser início de um combate, isso foi a noite, entre Jacutinga e Ouro Fino...só na manhã seguinte, quando estavam entrando em Pouso Alegre, é que a guerra de verdade começou.

Por fim minha mãe lembrou-se de um óculos de aviador, que por muitos anos ficou guardado em sua escola em Amparo, como recordação da Revolução.
Quando o 23 de Maio tentou retomar Amparo e foi emboscado, caindo prisioneiro quase todo Batalhão, seus cativos foram levados amarrados em fila indiana até a praça que ficava em frente a estação da Mogiana de Amparo para serem embarcados em trem para o cativeiro no Rio de Janeiro. Então apareceu um avião "vermelhinho" paulista e passou a atacar com rajadas de metralhadoras o agromerado viaturas e de soldados na praça em frente a estação, aliás, o QG das tropas federais era ali mesmo, em um hotel defronte a Estação da Mogiana, Hotel Beraldo se não me engano.
O piloto depois de alguns mergulhos cuspindo fogo de suas metralhadoras deve ter achado esquisito a fila de soldados que não corria para se esconder de seu ataque, então fez uma passagem baixa, sem atirar. Percebeu a fila de prisioneiros paulistas, ganhou altura, depois voltou e jogou seus óculos de piloto com um bilhete pedindo desculpas por atirar em força amiga. Segundo minha mãe havia a inscrição RUBY na lateral deste óculos.

Em tempo, gostei de ver a farda de tenente médico da Revolução, pois eu também já fui um segundo tenente médico do Exército Brasileiro.

Conforme dona Irene for tendo de volta suas lembranças, vou repassando-as.

Grande abraço,
Mauri Otávio
(mauricunha@yahoo.com.br)

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A Bandeira Paulista na Revolução de 1932

"Bandeira da minha terra,
bandeira das treze listas:
são treze lanças de guerra
cercando o chão dos Paulistas!"
Guilherme de Almeida

A Bandeira Paulista tal qual a conhecemos hoje é fruto de um longo processo que se iniciou a partir de sua criação por Júlio Ribeiro em 1888. Muitos detalhes foram se alterando ao longo da história até que em 3 de setembro de 1948 as especificações sobre o desenho da nossa bandeira foram finalmente oficializadas.

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Foi no entanto, durante a Revolução de 32 que o símbolo maior dos paulistas ganhou os corações e mentes da população e foi largamente difundido durante aqueles turbulentos dias. O resultado disso foi uma infinidade de variações que ganharam as ruas. Muitas delas com mais ou menos listas do que as treze oficiais, outras com proporções e dísticos fora do padrão e algumas mais radicais sem o mapa do Brasil no seu desenho. Além das bandeiras propriamente ditas, uma infinidade de objetos tiveram inspiração no desenho original de Júlio Ribeiro - cada um trazendo uma variante. Veremos abaixo uma pequena seleção destes objetos.

Começamos com um exemplar único. Uma bandeira feita em 1932 que é completamente diferente do que conhecemos:
A forma do mapa, a legenda BRAZIL no mapa, o número de listas, a proporção do cantão (porção vermelha) em relação ao conjunto. Tal como essa, é possível identificar inúmeras fotos de época com bandeiras costuradas no calor do momento - cada uma diferente da outra.

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A seguir, outra bandeira usada na época, esta mais similar a adotada oficialmente. Esta bela bandeira foi construída em seda e ainda que lhe faltando uma estrela, é uma peça muito bonita!

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Um desenho diferente e que fugia dos ideais Constitucionalistas. Substituindo o mapa do Brasil, um brasão de São Paulo.

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A as listas e cores representadas em inúmeros objetos confeccionados durante a Revolução. Era a Bandeira Paulista fazendo cada vez mais parte da vida dos cidadãos.

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Por fim uma foto da Bandeira Paulista tal como ela é hoje, tremulando imponente no céu azul do Brasil.

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Para saber sobre a história da Bandeira Paulista, visite o link abaixo com o completíssimo estudo pelo autor Hilton Federici.
http://www.bibliotecavirtual.sp.gov.br/pdf/saopaulo-simbolospaulistas.pdf

Recomendo também um excelente website em inglês que além de detalhes sobre a bandeira de São Paulo, traz dezenas de bandeiras do Brasil e milhares de bandeiras do mundo:
http://www.crwflags.com/fotw/flags/br-sp.html#1932

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Cruz do Combatente de Campinas

Hoje eu trago a que na minha opinião é uma das mais belas medalhas referentes a Campanha Constitucionalista:
A Cruz do Combatente de Campinas.
Trata-se de uma peça bastante escassa, uma vez que foi entregue nos anos 30 apenas e tão somente aos ex-combatentes daquela cidade, que tão importante foi para o movimento revolucionário.

Ilustrando o tópico, uma composição do mestre Wasth Rodrigues com o escudo da cidade de Campinas junto aos da cidade de Santos e do Estado e da Cidade de São Paulo.
Por fim, uma foto do belíssimo monumento em homenagem aos soldados campineiros - foto que nos foi gentilmente enviada pelo Sr. Luiz Carlos Tocalino.

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"NÃO É TVMULO, É BERÇO, É SEMENTEIRA
DE IDEAL, BALIZA DO FVTVRO
RASTRO DE HERÓES NA TERRA CAMPINEIRA
SOBRE ELLES, CÔR A CÔR, LISTA POR LISTA
ETERNIZOV SEV VOO ESSA BANDEIRA
PETRIFICOV-SE O PAVILHÃO PAVLISTA.
BANDEIRANTES, POR VÓS, NESTA JAZIDA
VELAM AS PEDRAS, QVE ESTA MORTE É VIDA."
Guilherme de Almeida

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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Mario Della Rosa

Trago hoje mais algumas fotos do meu avô Mario Della Rosa, além das que eu já havia apresentado aqui.
A primeira foto traz meu avô nos anos 50, reunido com outro veteranos em frente ao monumento que fica na praça José Bonifácio em Piracicaba. Meu avô está na primeira fileira de cima para baixo, bem no centro da foto.

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A outra foto é uma página do álbum da família que traz meu avô servindo o exército antes da Revolução, outra durante a Revolução além de fotos de seus irmãos Felix Della Rosa, José Della Rosa e Pedro Della Rosa - também soldados constitucionalistas.

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Por fim a homenagem póstuma oferecida pela Sociedade Veteranos de 1932 MMDC, recebida pelo mau pai em cerimônia na Câmara Municipal no dia 26 de maio deste ano.

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