quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Índice dos posts de 2010

Prezados leitores,

Neste ano de 2010 o blog entrou no ar como uma homenagem àqueles que combateram em 1932 PELA LEI E PELA ORDEM. Foram mais de dezesseis mil visitantes e trinta e nove mil páginas visitadas.
Recebi centenas de mensagens pelo blog e por email - todas parabenizando e incentivando a iniciativa de preservar a memória daqueles dias heróicos.

Ano que vem estaremos a apenas um ano do aniversário de 80 anos da Revolução.
Aqui no blog prosseguiremos na missão de divulgar esta gloriosa história para o maior número possível de pessoas.
Teremos inúmeras novidades durante todo o ano de 2011 e a divulgação do blog será intensificada através de eventos e exposições do acervo para visitação pública.
Conto também com a ajuda de todos os leitores do blog na indicação do nosso endereço para familiares e amigos.
Para facilitar o acesso aos posts deste ano de 2010 fiz novamente uma lista de tudo o que foi publicado, a qual segue abaixo.

Aproveito a oportunidade para agradecer novamente a todos pelas visitas e pelo incentivo, e desejar um FELIZ NATAL e um 2011 repleto de saúde, paz e realizações pessoais!

O blog volta de férias no dia 5 de janeiro, trazendo um lote completíssimo de cartas, insígnias e documentos de um veterano que esteve envolvido em várias frentes de combate. Até lá!!

VIVA SÃO PAULO!
Um abraço,
Ricardo

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PERSONAGENS, LOCAIS e DATAS
* Seja bem vindo(a)!
* Avôs Revolucionários
* Medalha MMDC da Sociedade Veteranos de 32
* 23 de Maio de 1932 - A Batalha da Praça da República
* O local dos fatos, 78 anos depois...
* Biografias MMDCA
* Cerimônia MMDC - Câmara Municipal de São Paulo
* Comentários dos visitantes
* A Batalha do Morro do Gravi em Itapira
* IX - VII – MMX
* O TUDO POR SÃO PAULO 1932 pela internet
* Colabore com a SUA história
* Sud Menucci e o outro lado da moeda
* E o sul de Mato Grosso foi às armas!
* Tio Chico
* Sebastião Buck Tocalino
* Mario Della Rosa
* José Cunha de Oliveira, Batalhão 23 de Maio
* Amadeu Augusto - Batalhão Marcílio Franco
* Mario Machado Bittencourt - O Herói da Ilha da Moela no Guarujá
* 7 de setembro de 1932
* Mario Hilario Dallari 1912-1932
* 78 anos da morte de Mario Machado Bittencourt e José Angelo Gomes Ribeiro
* Mensagem do Capitão Gino Struffaldi / Matéria na TV Tribuna
* Cruz Vermelha
* O TUDO POR SÃO PAULO 1932 na mídia
* Monumento e Mausoléu ao Soldado Constitucionalista de 1932
* Walter Kuhlmann de Azambuja
* Convite aos leitores do blog - Casa Guilherme de Almeida
* Edifício Ouro para o bem de São Paulo
* Lote de Veterano Alemão

CAPACETES PAULISTAS
* Capacetes de Aço de 1932
* Capacete Trem Blindado TB5
* Capacete de Pano
* Capacete FIEL
CAMPANHA DO OURO
* Anéis da Campanha do Ouro
* Diploma de colaboração a Campanha do Ouro
* Barra de Prata - CAMPANHA DO OURO
* Bonus Pró Constituição
* Moeda Paulista
* Medalha trocada por OURO
* Carimbo da Campanha do Ouro
* Anel e recibo de doação para a Campanha do Ouro

PINS DE PROPAGANDA
* Pins de propaganda - Parte I
* Pins de Propaganda - Parte II
* Pins de Propaganda - Parte III
* Anel e Pin
* Raríssimo pin do Correio Militar do MMDC
* Abridor de cartas em forma do GLÁDIO PAULISTA
* Pins comemorativos
* DEUS E MINHA TERRA NA PAZ OU NA GUERRA !
* Album Paulista
* Pins de propaganda - Parte IV
* Mascote de Guerra

HERÁLDICA PAULISTA
* Alegoria Paulista por José Wasth Rodrigues
* A Paulistinha - Diploma do PRP
* Brasões de São Paulo
* Projetos do Brasão da Cidade de São Paulo
INSÍGNIAS, MEDALHAS e ACESSÓRIOS
* Serviço de Policiamento Civil
* Medalha de São Paulo
* Facão de Combate – MMDC
* Cantil, fivelas e outros acessórios
* Bordado de Bibico Constitucionalista
* Medalhas Comemorativas
* Bronze da Medalha de São Paulo
* A rara medalha do C.I.D.T.
* Cruz do Combatente de Campinas
* Medalha de Tempo de Serviço da Força Pública
* Insígnias do quepe do Exército em 1932
* Punhal Paulista
* Rara medalha de 1932
* Facão de Mato
* Medalhas de Guerra do Brasil
* A Imperial Ordem da Rosa
* Ordem do Ipiranga

POSTAIS, LIVROS, DOCUMENTOS e FOTOS
* Cartões Postais I
* Cartões Postais II
* Folhetos de Propaganda - A Guerra de Papel
* Manual do Voluntário Constitucionalista
* Foto de Estúdio com dedicatória de Romão Gomes
* Autógrafo do General Isidoro Dias Lopes
* Cruzes Paulistas MCMXXXII
* M.M.D.C. e L.D.P.
* Livro "O ESTADO DE SÃO PAULO" 1918
* Cartão postal e folheto da Campanha Pró Monumento e Mausoléu
* Álbum de Família 1932

SOUVENIRS
* Lembrança de Capão Bonito
* Cinzeiro comemorativo
* Placa Comemorativa MMDC 1957
* Lembrança dos combates no Túnel da Mantiqueira

FRAGMENTOS DA HISTÓRIA PAULISTA
* Lembranças do vôo do Jahú
* Cantil da Força Pública de São Paulo
* Revolta de 1924 - Medalha da Legalidade
* Souvenir da época da Gripe Espanhola de 1918
* Peças comemorativas do IV Centenário de São Paulo
* Medalha da antiga GUARDA NOTURNA de São Paulo
* Homenagem a antiga Guarda Civil de São Paulo
* Insígnias da antiga Força Pública do Estado de São Paulo
* Peças comemorativas dos anos 50
* São Paulo e a Batalha da Inglaterra
* Lembranças da Província de São Paulo
* IV Centenário de São Paulo - Parte II
* A estátua de Borba Gato
* Porcelanas das antigas sedes do Governo de São Paulo
* O relógio do Mappin

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Álbum de Família 1932

Uma das mais famosas publicações sobre o conflito de 1932 é o Álbum de Família 1932, editado pela Livraria Martins Editora no ano de 1954 durante as comemorações do IV Centenário. A obra foi re-editada pela mesma editora em 1982 durante as comemorações dos cinquenta anos da Revolução.

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Trata-se de uma belíssima obra iconográfica que reúne material de propaganda, cartazes, jornais, objetos e centenas das mais célebres fotos da Epopéia Paulista.
Um verdadeiro álbum de recortes em formato grande, essencial na biblioteca de cada paulista.

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Os distintivos paulistas e alguns livros publicados logo após 1932 também aparecem na obra.

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O famoso mapa de Wasth Rodrigues em reprodução colorida de página dupla.
Todas as reproduções coloridas tem o verso em branco - muito útil para aqueles que desejam enquadrar estes posters.

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As mais célebres fotos do conflito e da mobilização popular.

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Meu exemplar veio de uma saudosa livraria no centro da cidade.

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Ainda é possível encontrar as duas versões em sebos e livrarias especializadas em livros antigos. Minha dica pessoal é a excelente Estante Virtual que traz livros de milhares de sebos pelo Brasil.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Concerto de Natal no Obelisco

Olá amigos leitores do blog,
A Sociedade Veteranos de 32 e a Polícia Militar do Estado de São Paulo organizaram um evento muito bacana na semana que vem, que é a apresentação da Banda da PM no Obelisco do Ibirapuera.
Trata-se de uma ótima oportunidade para ouvir esta famosa banda, visitar o Mausoléu que estará aberto e desejar um bom Natal e um ótimo 2011 aos amigos da memória dos gloriosos dias de 1932. Nos vemos lá!

Um abraço,
Ricardo Della Rosa

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Ordem do Ipiranga

Pouca gente conhece a honraria mais elevada do Estado de São Paulo: A Ordem do Ipiranga.
Instituída pelo Decreto nº 52.064, de 20 de junho de 1969 e regulamentada pelo Decreto nº 52.078 de 24 de junho de 1969 - ambos editados pelo Governador Roberto Costa de Abreu Sodré, a primeira outorga ocorreu em 8 de janeiro de 1970.

Foi idealizada pelo Dr. Lauro Ribeiro Escobar e executada pelo escultor Luiz Morrone, ambos integrantes do Conselho Estadual de Honrarias e Mérito. A denominação evoca o episódio máximo da história brasileira, ocorrido em São Paulo e o lema da Ordem é a frase de D. Pedro I "INDEPENDÊNCIA OU MORTE".

A Ordem foi criada para homenagear instituições, cidadãos brasileiros e estrangeiros por seus méritos pessoais e serviços de relevância prestados ao Estado de São Paulo e ao seu povo. Abaixo vemos imagens da placa da Ordem do Ipiranga e o então Governador José Serra galardoando a Bandeira do Corpo de Bombeiros.

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(Foto: Divulgação do Governo do Estado de São Paulo)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Edifício Ouro para o bem de São Paulo

Um interessante marco da região central de São Paulo, o Edifício Ouro para o bem de São Paulo foi construído pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia com o dinheiro arrecadado pela Campanha do Ouro de 1932.
A razão de sua construção foi criar uma fonte perene de renda para a Santa Casa de Misericórdia com o aluguel das diversas salas comerciais do edifício e ao mesmo tempo prestar uma homenagem a este belíssimo episódio da história de São Paulo.

Um concurso foi criado em 1935 para eleger o melhor projeto para o edifício. O projeto vencedor foi o de uma estrutura representando uma bandeira paulista tremulando, apresentada pela Severo & Villares Cia Ltda - Escritório Técnico Ramos de Azevedo. A execução ficou a cargo da Cia. Construtora Camargo & Mesquita que entregou a obra em 1939.

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A representação do "mastro" da bandeira de São Paulo é composta pelas alianças doadas, encimadas por um capacete de aço.

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Situado na Rua Álvares Penteado, o edifício fica literalmente espremido entre outras construções em um ângulo que torna difícil apreciar seus contornos em estilo Art Déco. Na época que fiz as fotos o prédio passava por uma merecida reforma em sua fachada.

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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Convite aos leitores do blog

Recebi este convite o qual repasso para todos os leitores do blog com muita alegria.
Sem dúvida alguma é um evento que vale a pena prestigiar e um local que vale a visita.
Não percam!

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A Imperial Ordem da Rosa

Trago hoje aos leitores do blog uma significativa lembrança da época do Império:
Uma Ordem da Rosa recebida em 1870 por um soldado paulista, Voluntário da Pátria na Guerra do Paraguai.
Aproveito para fazer uma breve retrospectiva a respeito desta ordem, que sem dúvida alguma é a mais bonita de todas as condecorações brasileiras.

A Ordem da Rosa é uma ordem honorífica brasileira criada em 1829 pelo Imperador D. Pedro I para perpetuar a memória de seu matrimônio com Dona Amélia de Leuchtenberg.
É formada por uma estrela branca de seis pontas maçanetadas, unidas por guirlanda de rosas. Ao centro, monograma com as letras "P" e "A" entrelaçadas circundado por orla azul com a legenda "AMOR E FIDELIDADE". No reverso a data 2-8-1829 e a legenda "PEDRO E AMÉLIA". Em alguns graus o conjunto traz no topo a Corôa Imperial.

A Ordem da Rosa foi concedida durante o 1o e 2o Império e assim como as demais ordens Imperiais, foi extinta após o banimento da Família Imperial brasileira e o início da República.

Criação da Ordem da Rosa
Reza a lenda que a Ordem da Rosa foi imaginada por D. Pedro I ao ver o vestido de D. Amelia de Leuchtenberg ao desembarcar no Rio de Janeiro. Acontece que seu casamento foi no dia seguinte e logo após este evento deu-se a primeira distribuição das honrarias. Não seria possível que tudo fosse feito de um dia para o outro.

Porém foi enviado um retrato de D. Amelia para que D. Pedro conhecesse sua fisionomia. Uma rosa lhe ornava o toucado.
Inúmeros monumentos foram erguidos por todo o Rio de Janeiro para celebrar o casamento Imperial. Em um deles em especial, na Praça do Comércio, de autoria de Grandjean de Montigny, continha as legendas:
Valor, Lealdade, Prudência, Amor, Fidelidade e Constância.
O que faz parecer que os elementos estavam lá e a criação desta insígnia reuniu estes elementos.

Autoria do projeto das insígnias
Muitos acreditam errôneamente que o desenho da ordem é de autoria de Jean-Baptiste Debret. Abaixo os originais de Eugène de la Michellerie e Pezerat, do arquivo do Museu Imperial de Petrópolis. Esses são os projetos que foram aprovados, ainda que com algumas modificações.

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Agraciados com a Ordem da Rosa
Houve durante o período Imperial uma grande distribuição desta comenda. Poucas foram concedidas no 1o Reinado enquanto no 2o Reinado houve um significativo aumento - mais especificamente durante a Guerra do Paraguai.

Isso deveu-se ao fato de não existir uma medalha específica para atos de bravura individual durante a Guerra do Paraguai (a que existiu nunca foi distribuída - a Medalha aos Mais Bravos). Desta forma o Império contava com as ordens vigentes para preencher tal lacuna. A que foi mais usada foi a da Rosa no seu grau de Cavaleiro, mostrada abaixo.

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Um detalhe interessante é que este conjunto de insígnias de cavaleiro e miniatura, trazem representada a corôa de D. Pedro I. As ordens feitas após a coroação de D. Pedro II apresentam uma corôa mais arredondada no topo da insígnia.
Isso nos permite presumir que esta medalha tenha sido fabricada por volta de 1830 e que tenha ficado em estoque até ter sido concedida em 1870.

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A Ordem da Rosa também tinha uma aplicação civil, e era constantemente usada para condecorar pintores, músicos e pessoas ligadas a arte em geral. No final do império foi usada por D. Pedro II como moeda de troca para incentivar fazendeiros a alforriar escravos. Além de brasileiros foi grande a distribuição desta ordem para membros da corte européia e também militares daquele continente.

Tratamento e honras militares
-Grão Cruz - tratamento de "Excelência"
-Grande Dignitário - tratamento de "Excelência"
-Dignitário - tratamento de "Senhoria"
-Comendador - tratamento de "Senhoria"
-Oficial - honras de Coronel
-Cavaleiro - honras de Capitão

Abaixo o diploma de concessão da Ordem da Rosa recebido pelo Capitão de Voluntários da Pátria.

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Bibliografia:
• Ordens Honoríficas do Brasil, Luiz Marques Poliano, Imprensa Nacional - 1943
• A Guerra do Paraguay na Medalhística Militar Brasileira, Francisco Marques dos Santos – 1937
• Medalhas e Condecorações Brasileiras – Collectanea de Actos Officiaes, Coronel Laurenio Lago – 1935

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Mascote de Guerra

Algumas pessoas tem me escrito perguntando a respeito dos distintivos produzidos em 1932.
Estes distintivos não são encontrados facilmente nem são vendidos em lojas. Isso ocorreu apenas durante a revolução.
Ocasionalmente é possível obter alguns exemplares em feiras de antiguidades e antiquários ou em leilões na internet.

Abaixo eu mostro mais uma pequena série destes interessantes distintivos, que são as miniaturas de capacetes paulistas. Existiam em diversos modelos com dísticos, decoração e cores diferentes.

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

O relógio do Mappin

Outro dia, tirando fotos pelo centro de São Paulo me deparei com o relógio do prédio onde funcionava o Mappin. Aquele mecanismo mostra a hora certa para paulistanos dos anos 20 até hoje. Passou pela Revolução de 1932 exatamente na Praça do Patriarca - o centro espiritual do movimento constitucionalista, aonde os comícios mais importantes e contundentes eram proferidos. Mais tarde a loja e o relógio foram transferidos para a Praça Ramos. A seguir algumas imagens desta longa trajetória.

Fundado em 29 de novembro de 1913 pelos irmãos ingleses Walter e Hebert Mappin, o Mappin Stores abriu suas portas na elegante Rua 15 de Novembro onde funcionou até o ano de 1919 - quando foi transferido para a "Praça do Patriarcha".
Abaixo uma foto dos anos 20, com a fachada ainda sem o relógio. Notem no centro da praça o monumento conhecido como "O Cabide" que aparece em inúmeras fotos da revolução.

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Na próxima foto, já é possível ver o relógio com o primeiro mostrador trazendo algarismos romanos.

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Em 1922 um grande incêndio atinge a loja, causando enormes prejuízos.

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Durante a revolução, a Praça do Patriarca foi palco dos mais importantes comícios e também um centro de arrecadação para a Campanha do Ouro. Notem a base do "Cabide" usada para vender lembranças da revolução. Colado na coluna um dos mais célebres cartazes de 1932. Dentro da loja os clientes também poderiam adquirir os Distinctivos Paulistas, que também eram vendidos na loja vizinha, a Casa São Nicolau.

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Em 1939 a loja é transferida para a Praça Ramos de Azevedo.
O relógio vai junto e ganha um mostrador com algarismos arábicos.

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Em 1960 a loja é decorada para comemorar a inauguração de Brasília.

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Brasil é tri-campeão do Mundo, 1970.

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A loja atravessa as décadas até o final dos anos 90, quando São Paulo perde mais um ponto de ligação com seu passado.

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Hoje no prédio de Elisário Bahiana o relógio continua cumprindo seu dever dia após dia, hora após hora.
Tenho a nítida impressão que se eu pudesse chegar bem perto dele, junto com o seu tic-tac eu ouviria bem baixinho "Mappin, venha correndo, Mappin, chegou a hora Mappin, é a liquidação".

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Já na Praça do Patriarca existem poucos traços do passado: A coluna conhecida como "Cabide" foi desmontada em 1938; depois o Edifício Barão de Iguape sede do Mappin Stores deu lugar a um gigante de concreto e vidro. Finalmente em 2002 a praça foi completamente desfigurada com a instalação de uma marquise horrorosa que tirou todo o charme de um dos locais mais tradicionais da cidade.

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