segunda-feira, 20 de junho de 2011

Doação Mausoléu de Campinas

Trago hoje um interessante postal que foi entregue a quem doou dinheiro para a construção do Mausoléu aos Voluntários Campineiros de 1932. Na frente uma perspectiva artística do monumento, e no verso um pequeno histórico.

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Um comentário:

  1. Onde nasceu meu amor por 32, à sombra de alguns bravos veteranos, que todos hoje repousam junto ao "Apóstolo-Soldado, julgando a todos nós, vivos ou mortos". Ali ouvi "Paris-Belfort" nos Nove de Julho de 2001, 2002, 2007... Ali conheci o Sr. Paulo de Barros Camargo, de Limeira, voluntário aos 16 anos. Conheci o Sr. Francisco Mascaro, garçom de Santos, cuja voz de cabelos brancos JAMAIS vou esquecer ao me estender a mão veterana e responder: um "Viva São Paulo!".
    Ali se sente, nas manhãs e noites frias de julho, que Campinas ainda chama, em seus raros trilhos e paralelepípedos, à memória dos vibrantes, ansiosos e difíceis dias de 32.
    A memória aquele ano se esvai na rapidez e modernidade da bonita metrópole... Mas sempre há de haver a memória daqueles que, como o menino Aldo Chiorato, ceifaram parte de sua juventude em nome das próximas.

    Saudade, Campinas...

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