Por isso, para recompensar o primeiro leitor que me enviar por email (tudoporsp1932@gmail.com) este texto na sua íntegra juntamente com a indicação da fonte, vou disponibilizar nada menos que um capacete original de 1932, modelo inglês, completo com carneira e jugular. Peço aos leitores que resolverem participar desta busca apenas um pouco de espírito esportivo, pois na última brincadeira (a da frase do trem) acabei recebendo emails mal educados de pessoas que descobriram a frase, mas chegaram tarde demais. Lembro também que o capacete paulista é um objeto antigo que deve ser tratado com respeito, pois foi usado por alguém que lutou por São Paulo arriscando a própria vida. Este é um objeto para ser conservado para as futuras gerações.
Isto posto, mãos à obra! Boa sorte a todos. Estou ansioso para reler este poema.


Caro Ricardo,
ResponderExcluirLi esse poema num livreto(ou revista)publicado pela Imprensa Oficial do Estado de SP por ocasião de cinquentenário da Revolução, em 1982. Infelizmente não o tenho mais. Porém, talvez você possa encontrá-lo em algum arquivo da IOESP.
Boa sorte.
Dica dada! Quem vai levar o capacete??
ResponderExcluirRicardo, já responderam? Abraços,
ResponderExcluirNão. Ainda não recebi o texto pelo email e o capacete continua aguardando seu novo guardião.
ResponderExcluirMeu amigo, gostaria muito de te ajudar pois aki na minha cidade, cruzeiro foi o palco da revoluçao e gostaria muito de doar esse capacete para o nosso museu. mas sera que voce nao lembra de nenhuma passagem do texto? procurei por todos os aquivos digitalizado mas nada encontrei... se lembra de apenas um techo pequeno que seja ficaria mais facil..
ResponderExcluirMeu nome é Sandro Lopes e meu e-mail é juniorsandro@hotmail.com
abraço.
Ricardo,
ResponderExcluirSerá o texto do Guilherme de Almeida no "Jornal das Trincheiras" acerca dos bônus falsificados que a ditadura infiltrou em São Paulo, que ele chamou "bônus do Chuchu"?
Abraço,