Durante a revolução morreram oito voluntários de São Carlos: Luiz Rohrer do Batalhão 9 de Julho e Modesto Santana, Benedito Ferreira da Silva e Alípio Benedito do Batalhão Bento Gonçalves. Estes quatro encontram-se sepultados em São Carlos. Francisco Perotti, Henrique Junqueira Franco, José Cabral e Elydio Antonio Verona não foram sepultados na cidade.











Linda São Carlos, pólo tecnológico! USP e UFSCar dão destaque ao município. No trecho Araraquara-São Carlos-Ribeirão Preto, o destaque para faculdades, universidades, escolas e cursinhos bastante frequentados. Nas três cidades existem monumentos MUITO bonitos da Revolução.
ResponderExcluirO de Ribeirão lembra esse de S. Carlos.
Vale a pena conhecer essas outras duas cidades, além de São Carlos.
Ricardo, lembra daquele cartão postal em que o mapa de SP aparece em forma de coração? Eu uso aquela sua imagem (saibam, leitores, com AUTORIZAÇÃO do Ricardo) para minhas aulas e palestras. É interessante notar que figuram ali duas cidades onde trabalho: Jahu e Araraquara. Todavia, não aparecem Bauru (onde também trabalho), São Carlos e Ribeirão Preto. E, como sabemos, são cidades de destaque em suas regiões. Isso se deve à riqueza destacada em Jahu e Araraquara pela produção cafeeira entre o Império e a República.
Por outro lado, são cidades que têm avenida com nome "Getúlio Vargas" ou "Presidente Vargas" -- ou seja, cresceram a partir daquele governo (seja de 1930-45 ou da fase populista). Jahu, por sua vez, não tem nem beco-sem-saída com o nome de Vargas, numa clara oposição de boa parte da elite deste município à Revolução de 1930 (muito embora a praça defronte à Matriz se chame "Siqueira Campos").
Embora crentes, por momentos, na Revolução de 1930 e/ou no(s) governo(s) Vargas -- cada uma à sua maneira, homenageando tal período -- Jahu, Bauru, Araraquara, São Carlos e Ribeirão Preto contribuíram no sentido da luta pela constitucionalização do país.