terça-feira, 27 de novembro de 2012

Monumento a Ramos de Azevedo

O Monumento a Ramos de Azevedo é um conjunto escultórico em bronze e granito, localizado na Cidade Universitária em São Paulo. Foi executado pelo escultor Galileo Emendabili, como uma homenagem póstuma a Francisco de Paula Ramos de Azevedo, um dos mais importantes nomes da arquitetura e do urbanismo em São Paulo. Escolhido por meio de concurso, o monumento foi inaugurado em 1934, na avenida Tiradentes, em frente ao edifício da Pinacoteca do Estado – importante obra do engenheiro-arquiteto. Em 1967, devido às obras do metrô, o monumento foi desmontado e transferido para a Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira e re-inaugurado em 1973.

Após seis anos de construção, o monumento foi inaugurado em 25 de janeiro de 1934, aniversário da cidade.

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Abaixo vemos o monumento instalado na Cidade Universitária. As fotos são do autor do blog.

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Nas laterais do pedestal, quatro figuras femininas representam alegoricamente a Arquitetura, a Pintura, a Escultura e a Engenharia.

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Os quatro construtores erguendo o Brasão de São Paulo.

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"A vida é curta, a arte é longa."

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"Age quod agis", "Faze o que fazes", isto é, aplica-te inteiramente ao que estás fazendo.

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A figura do Gênio montado em um cavalo alado, e em cuja mão repousa a deusa Niké, personificação da Vitória.

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2 comentários:

  1. Ricardo, não sei se você sabe, mas Ramos de Azevedo foi um dos responsáveis pela criação da Escola Politécnica, a Poli, que mais tarde seria incorporada à USP. Por isso quando teve de ser desmontado o monumento foi levado para a cidade universitária e remontado em frente à Poli.

    Recomendo um passeio por esta breve exposição virtual:
    http://www3.poli.usp.br/images/stories/media/download/historia/ramosazevedo/index.html

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  2. Penso que a História Oral passe também pela história registrada não apenas pelo que critério que denomina a metodologia historiográfica dos registros dos fatos que narram a construção da identidade brasileira. Sem me filiar oficialmente a esta vertente científica da pesquisa dos registros históricos, e portanto, denotando ou conotando permissividades reprováveis pelo cânone, vejo nos monumentos públicos e nas obras de engenharia e de arquitetura paulistas o enigma da verdadeira História do Brasil. Do mesmo modo que em todas as outras cidades brasileiras onde hajam registros de episódios de nossa história representados por meio de edificações de engenharia e de arquitetura, de esculturas e de jardinagem, de pinturas e pichações, de fotografias e documentos escritos e sonoros.

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