segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Brevês de cursos especiais

Apresento hoje aos leitores do blog alguns dos mais famosos brevês de cursos especiais do Exército e da Polícia Militar do Estado de São Paulo: Centro de Instrução de Guerra na Selva CIGS; Curso de Paraquedismo da Força Pública / Polícia Militar; Curso de Operações Especiais do COE e o distintivo do Curso de Paraquedista Militar do Exército Brasileiro.

Abaixo vemos o brevê do Centro de Instrução de Guerra na Selva CIGS ou Centro Coronel Jorge Teixeira, sediado em Manaus e destinado a qualificar militares líderes de pequenas frações como guerreiros da selva - combatentes aptos a cumprir missões de natureza militar nas áreas mais inóspitas da Floresta Amazônica brasileira. Seu nome é uma homenagem ao precursor do centro, que se tornaria seu primeiro comandante, mais conhecido como "Teixeirão". São ministrados Cursos de Operações na Selva COS, em sete categorias diferentes, além de estágios destinados a militares e também para instituições civis.

Abaixo vemos a versão em metal dourado do brevê e suas versões em tecido para uso no uniforme operacional.

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Militares do COE Comandos e Operações Especiais de São Paulo usando as insignias em questão nos anos 70.

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Abaixo vemos o brevê do Núcleo de Paraquedistas da Força Pública de São Paulo, já mostrado anteriormente no blog e detalhe do brevê correspondente da Polícia Militar.

Em 1952, integrantes do grupo de paraquedistas da Força Pública executaram sob o comando do Capitão Djanir Caldas, o mundialmente noticiado salto sobre as inóspitas e impenetradas selvas amazônicas, em socorro dos possíveis sobreviventes do sinistro da aeronave “President”. Em 1954 a DPM (Delegacia de Policia Militar) inclui em eu efetivo paraquedistas da corporação, passando a se chamar companhia de Policiamento aerotransportado (CPAT); subunidade que perdurou até 1957. Em 1970 foi criado um Pelotão de Operações Especiais com efetivo de 33 paraquedistas, selecionados dentre 103 voluntários, de uma pré-convocação de 300 alados. Em 11 de janeiro de 1971 esse pelotão passou a integrar o efetivo da 2ª Companhia de Rota, na condição de 4º Pelotão de Paraquedistas; designação que perdurou até sua elevação à condição de Companhia de Operações Especiais (1ª Companhia de Operações Especiais), em março do mesmo ano. (Fonte: Notícias do COE número 75 Julho de 2012).

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A versão em tecido do brevê de paraquedista aplicada na farda do Ex-Comandante da ROTA, CEL Paulo Telhada.

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O brevê do Curso de Operações Especiais do COE traz uma faca de combate que perfura um crânio (símbolo da superação humana, da vitória da vida sobre a morte), pistolas bucaneiras cruzadas à sua retaguarda (símbolo das polícias militares) em um conjunto sustentado por um paraquedas aberto, remetendo às origens do batalhão.

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Abaixo vemos a foto dos militares que concluíram o Curso de Operações Especiais I/2012 usando o brevê no uniforme.

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Criado em agosto de 1946, o Núcleo de Formação e Treinamento de paraquedistas (Ncl.F.Trein.Prqd.) era uma Unidade-Escola diretamente subordinada à Diretoria de Ensino do Exército e destinava-se a formar e treinar paraquedistas, ministrando ao candidato os cursos necessários para que ele se torne apto a ingressar na tropa paraquedista. Atualmente o curso de paraquedista militar do Exército Brasileiro é ministrado pelo Centro de Instrução Pára-quedista General Penha Brasil. Este curso capacita militares a se lançarem armados e equipados em salto semi-automático de aeronave militar além de técnicas especiais de combate.

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A seguir vemos algumas imagens do uso dos brevês de paraquedistas tiradas nos anos 70 em São Paulo.

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3 comentários:

  1. A penúltima foto é da década de 1960, vide o militar do Exército estar acompanhado de Inspetores da Guarda Civil do Estado de SP, extinta em 1970.

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  2. E infelizmente os governos que vêm assumindo o poder estão desmilitarizando todos os batalhões e o serviço esta ficando ruim. Não pelos militares mas pela falta de incentivo do poder publico para esses pais de familia que dão a vida para manter a ordem.

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