sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Medalha Brigadeiro José Vieira Couto de Magalhães

O Decreto n° 40.607, de 23/08/1962 oficializa a Medalha Brigadeiro José Vieira Conto de Magalhães da Sociedade Geográfica Brasileira, no Estado de São Paulo, declarada de utilidade pública pela Lei 1227-51.

José Vieira Couto de Magalhães (Diamantina, 1 de novembro de 1837 — Rio de Janeiro, 14 de setembro de 1898) foi um político, militar, escritor e folclorista brasileiro. Iniciou os estudos no Seminário de Mariana. Estudou matemática na Academia Militar do Rio de Janeiro e frequentou o curso de Artilharia de Campanha em Londres. Bacharelou-se pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1859, doutorando-se em direito em 1860. Concluído o curso de bacharel em direito, doutorando-se, exerce o cargo de Secretário do Governo de Minas Gerais entre 1860 e 1861. Foi Presidente das Províncias de Goiás Pará, Mato Grosso e São Paulo. Antes dos 31 anos já havia ocupado cargos de presidente das Províncias de Goiás, Pará e Mato Grosso. A partir de então, se interessa pela região e faz uma fantástica viagem de circunavegação, subindo o Tocantins e navegando a leste do Araguaia.

Ao irromper a Guerra do Paraguai, foi designado à Presidência de Mato Grosso. Impediu que da Bolívia viessem reforços para o Paraguai. Tendo os paraguaios invadido Mato Grosso, foram derrotados por Couto Magalhães em Alegre e Corumbá. Por seu desempenho como Presidente do Mato Grosso, na ocasião da Guerra do Paraguai, foi homenageado com o título de Brigadeiro Honorário do Exército. Quando foi proclamada a República, ocupava o cargo de Presidente da Província de São Paulo. Os primeiros emissários do novo governo não o convenceram a entregar o cargo. Dias depois, porém, seu ex-aluno, Prudente de Morais, o substituía no governo. Mesmo com o regime republicano preferiu permanecer nas convicções do antigo e deposto governo. Em 1896 torna-se proprietário de terras no Sítio do Itahy (pedra pequena em Tupi-Guarani) - atual bairro do Itaim Bibi em São Paulo (o "Bibi" do Itaim Bibi era Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, sobrinho do Brigadeiro).

Em 1893 o governo de Floriano Peixoto mandou prendê-lo por ter doado parte de sua fortuna para a fundação de um hospital destinado aos revoltosos da armada e do Rio Grande do Sul. Na prisão, sua saúde se debilitou e lhe foi facultado ir para a Europa, para tratamento e em reconhecimento ao seu alto saber. Volta ao Brasil aos 61 anos e falece aos 14 de setembro de 1898.

(Fontes: Wikipedia e Memórias do Itaim)

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Abaixo o diploma da medalha concedida ao combatente de 32 Sr. Dirceu Nogueira Arruda em 1963.

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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Monumento em Santos

Na Praça José Bonifácio em Santos, encontra-se um dos mais belos monumentos relacionados a Revolução de 1932. A obra do escultor italiano Antelo Del Debbio foi inaugurada em 1956 com uma grande festividade que contou com a presença de líderes da revolução, ex-combatentes e das Forças Armadas. Abaixo a transcrição do texto do jornal A Tribuna daquela data.

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Jornal A TRIBUNA, 26 de janeiro de 1956.

Inauguração do Monumento ao Soldado Constitucionalista de 1932 - Em solenidade a realizar-se hoje, às 10 horas, será inaugurado, na Praça José Bonifácio, o Monumento do Soldado de 19332, com que Santos homenageará, perpetuando-a em bronze, a memória de seus filhos que participaram da Revolução Constitucionalista. Antes dessa solenidade, será celebrada missa, às 8,30 horas, na Catedral, pelo padre soldado monsenhor Lino dos Passos. Especialmente convidados, virão a Santos, a fim de assistir à inauguração do belo monumento, os srs. José Rodrigues Alves Filho, prof. Fonseca Teles, prof. Valdemar Ferreira, Paulo Duarte, Herbert Levy, Ibraim Nobre, Uriel de Carvalho, Haroldo Levy e Lúcio Prudente Corrêa, representando os veteranos do M.M.D.C. A Marinha brasileira, com algumas unidades presentemente em nosso porto, participará das cerimônias de hoje, com a presença de sua oficialidade.

No ato da inauguração do monumento, falarão os srs. dr. Lincoln Feliciano, secretário da Justiça; prof. André Freire e o prefeito municipal, dr. Antônio Feliciano. A Comissão Pró-Monumento do Soldado de 1932 não expediu convites especiais, avisando, entretanto, que estão convidadas todas as autoridades civis, militares e eclesiásticas, bem como a população santista, solicitando a presença do maior número possível dos que desejarem abrilhantar as festividades, prestando, assim, com o seu comparecimento, merecida homenagem aos que participaram da epopéia constitucionalista, que marcou novo e brilhante capítulo na história política do nosso Estado e do Brasil. Embora estejamos em plena vigência do estado de sítio, novamente prorrogado, deve merecer o maior destaque a homenagem que hoje se prestará aos jovens que lutaram e morreram acreditando na liberdade, em defesa da Democracia e da Constituição. No regime de exceção em que nos encontramos, cresce precisamente de vulto o sentido dessa homenagem, quando a cidade de Santos entregará ao seu povo, nesta data histórica, o monumento ao soldado de 32, como testemunho de que continuará fiel aos ideais de democracia e de liberdade, que imortalizaram a juventude paulista, naquele empolgante movimento de civismo.

Jornal A TRIBUNA, 27 de janeiro de 1956.

Foi verdadeiramente tocante a inauguração do monumento ao soldado de 1932. Uma grande multidão, não obstante o forte calor que fazia, comprimiu-se na Praça José Bonifácio, a fim de participar do ato cívico em homenagem aos mortos santistas sacrificados pelo bravo movimento constitucionalista bandeirante. Um grande número de veteranos da revolução esteve presente. Alguns traziam seus antigos capacetes, as cores de São Paulo e condecorações. Uma das maiores emoções, vividas pelos que participaram daquela festa cívica, foi provocada pela presença de um mutilado paulista, o capitão Daiton Rezende, que, tendo que se locomover carregado pelos braços de outros, veio de São Paulo especialmente para assistir à missa e presenciar a inauguração do monumento.

Vultos da revolução - Diversos vultos que se notabilizaram no movimento constitucionalista de 1932 estiveram em Santos no dia 26. Entre eles destacaram-se o deputado Herbert Levy, presidente da Federação dos Voluntários Paulistas; os professores Valdemar Ferreira e Fonseca Teles, secretários de Estado no governo do dr. Pedro de Toledo, durante a revolução. Diretores e representantes do Clube Piratininga e do M.M.D.C também se fizeram representar.

Oradores - A fita inaugural do monumento foi cortada pelo prefeito Antonio Feliciano, ao som de ritmos marciais executados pela banda do 6º B.C., e sob a salva de vinte e um tiros em homenagem aos soldados mortos. A Marinha, que se encontrava em nosso porto desde as primeiras horas daquele dia, com um contingente de cinqüenta aspirantes, manteve guarda ao monumento e, no momento da inauguração, compareceu, nas pessoas do vice-almirante Carlos Silveira Carneiro, comandante das Forças de Alto Mar, e dos comandantes dos cruzadores Barroso e Tamandaré. Em nome da comissão, que entregou ao município o monumento, falou o professor André Freire, reportando-se ao feito dos soldados mortos e do orgulho com que a cidade os homenageava, perpetuando suas memórias no bronze em uma das praças centrais de Santos. Em seguida falou o secretário da Justiça, dr. Lincoln Feliciano, que, na solenidade, representava o governador Jânio Quadros. Começou nomeando, um a um, os soldados santistas desaparecidos na revolução. Fortemente emocionado, com a voz embargada, o sr. Lincoln Feliciano invocou a memória daqueles moços e o ideal em que acreditaram, e seu trágico desaparecimento na luta pela lei e pela liberdade.

O orador seguinte foi o deputado federal Herbert Levy, que pronunciou um belíssimo improviso sobre o movimento constitucionalista, aproveitando-se do ensejo para comparar o feito dos revolucionários de 1932 ao patriótico comportamento da Marinha, ali presente, nos últimos acontecimentos. A multidão recebeu com aplausos vibrantes a lembrança do deputado Herbert Levy. Falou, ainda, o prefeito Antonio Feliciano. Foram breves suas palavras, mas profundamente tocantes, pela homenagem que teceu aos jovens santistas de 1932. Ao final, falou o ex-combatente Márcio Prudente Corrêa, presidente da caravana dos revolucionários do M.M.D.C., lendo, ao encerrar o discurso, o poema de Guilherme de Almeida dedicado aos mortos de São Paulo.

Pessoas presentes - Entre as incontáveis autoridades presentes, foi-nos possível anotar os nomes do prefeito Antonio Feliciano, Aristóteles Ferreira, presidente da Câmara Municipal; d. Idílio José Soares, bispo diocesano; coronel Hugo Alvim, comandante da Guarnição Militar; major Paulo Salema Garção Ribeiro, comandante da Base Aérea de Santos; capitão-de-mar-e-guerra Bulcão Viana, comandante dos portos de Santos; tenente-coronel Luiz de Cicco, comandante do 6º B.C.; dr. Carlos Eugênio Bittencourt da Fonseca, delegado auxiliar; dr. José Manoel Arruda, diretor do Fórum; dr. Aldo de Assis Dias, juiz de Menores; general Paulo Rosas Pinto Pessoa, deputado Athié Jorge Coury, Lincoln Feliciano, secretário da Justiça; deputado Herbert Levy, prof. Valdemar Ferreira e Fonseca Teles, membros do governo revolucionário de 1932; dr. Joaquim Pacheco Cirilo, representando o secretário do Governo, Dervile Alegreti; o sr. Renato Campelo, representando o secretário da Agricultura; M. Nascimento Júnior e o sr. Giusfredo Santini, diretor de A Tribuna e presidente da Comissão "Pró-Monumento ao Soldado de 1932".

(fonte: Novo Milênio)
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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Insígnias da Força Pública de São Paulo

O uso dos fuzis cruzados como símbolo da infantaria do exército também foi adotado pela Força Pública do Estado de São Paulo. Entre os anos 50 e 70 estas insignias tiveram uma série de variações até a adoção das pistolas bucaneiras cruzadas, usadas atualmente. Abaixo vemos alguns exemplares diferentes de épocas distintas.

Esta insígnia de metal foi usada nas boinas pretas da ROTA - Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, no início dos anos 70.

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Uma versão bordada, provavelmente para uso em colarinhos.

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O Governador Laudo Natel (1971 a 1975) em cerimônia fúnebre no Quartel da Luz.

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Desfile do Batalhão de Guardas da Força Pública no Ibirapuera.

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Um outro modelo de insígnia, que também apresenta os fuzis cruzados. P.M. neste caso significa Patrulha Motorizada.

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Governador Carvalho Pinto (1959 a 1963) e um militar da Força Pública.

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Mais uma versão de insígnia que apresenta os fuzis cruzados.

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A foto abaixo é datada de 1967.

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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

1o Tenente Milton da Silva Rodrigues - 4a Cia. do 1o B.E. do M.M.D.C.

De vez em quando nos deparamos com alguns lotes de material da Revolução de 1932 que, através de mãos cuidadosas com a nossa história, acabam chegando aos dias atuais intactos e trazendo informações inéditas sobre a epopéia paulista. Este é o caso dos objetos e documentos do então 1o Tenente Milton da Silva Rodrigues - 4a Cia. do 1o Batalhão de Engenharia do M.M.D.C.

São inúmeras peças, incluíndo um longo e detalhado Diário de Campanha, que contam a história do que se passou em Villa Queimada na região de Queluz entre julho e outubro de 1932. Certamente um dos locais mais disputados pelas as tropas federais e paulistas no palco de operações da frente Norte.

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Milton Camargo da Silva Rodrigues (1904-1971), paulistano, Engenheiro Civil diplomado pela Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro. Foi Professor Catedrático de Estatística na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP e, além da responsabilidade da docência e pesquisa próprios do seu cargo, chefiava o Departamento de Estatística da Faculdade.  Recebeu entre outras as medalhas de Cavaleiro da Legião de Honra e de Oficial da Ordem Nacional das Palmas, ambas francesas. É um dos signatários da carta que dava solidariedade ao Cel. Euclydes Figueiredo para o prosseguimento da luta armada "em qualquer lugar do Brasil onde fôr ella deslocada". A carta foi assinada em Aparecida no dia 1o de outubro de 1932.

Um dado da maior relevância é que o 1o Tenente Milton era irmão do voluntário Menaldo da Silva Rodrigues, da 1a Cia. do 1o Batalhão da Liga da Defesa Paulista - morto em combate no dia 12 de setembro ao fazer uma patrulha de reconhecimento no setor de Cunha. Menaldo era filho de d. Maria Magdalena Camargo da Silva Rodrigues e do Dr. Antonio Gomes da Silva Rodrigues. Seus irmãos eram Agalma, Aurora, Adelfa, Amaryllida, Marbanio, Megalvio (ambos do 1o Batalhão da L.D.P.) e Milton. Toda a família prestou serviços á causa constitucionalista.

Agradeço ao Dr. Eduardo Sales Pitta e ao Sr. Milton Orcesi - neto do combatente, ambos da 2a Delegacia de Repressão a Homicídios do DHPP de São Paulo, por entrar em contato comigo e proporcionar o acesso a esse fantástico lote de documentos. Em um futuro próximo vamos publicar aqui no blog a íntegra do Diário de Campanha - para que todos possam conhecer essa história. Abaixo trago algumas imagens do material e uma breve explicação sobre cada item.

Capacete de aço usado pelo 1o Tenente Milton da Silva Rodrigues.

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Sensacional estandarte da 4a Cia. do 1o B.E. do M.M.D.C.
Particularmente eu nunca vi nada sequer parecido com esta bandeira em meus anos de pesquisa e coleção!
A bandeira traz os nomes dos mortos em combate da 4a Cia: Agenor Alves Meira, tombado em 10 de agosto de 1932 no combate da Estação de Engenheiro Bianor; Benedito Gama Ricardo e João Tavares Filho - também feridos mortalmente em Bianor. HERÓIS PAULISTAS CUJOS NOMES ESTARÃO ESTAMPADOS PARA A ETERNIDADE NO ESTANDARTE DA 4a CIA.

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Diário de Campanha, detalhado com personagens e episódios da luta no Setor Norte.

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Dois trechos que valem a leitura.

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"Amanhecia, quando abordamos os arredores de S.Paulo, já animados pelos grupos de operários que se dirigiam aos seus serviços. Íamos chegando na Penha. De um lado da estrada surge um homem que avistou a nossa triste caravana. É um operário, de cestinha na mão. Avança até a beira da estrada, tira respeitosamente o chapéu, como se visse passar um enterro e, com a mão erguida e os olhos brilhantes de um entusiasmo doloroso, brada desesperadamente: ´Viva São Paulo´. Eu e o Caldas nos entre-olhamos, ambos com vontade de chorar."

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Acima e abaixo alguns esquemas das disposições das trincheiras em Villa Queimada e nos célebres morros ao redor. São documentos inéditos que nos permitem visualizar claramente aquele momento da história.

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"À nossa frente, lá adiante, Lavrinhas nos esperava para nova série de argruras. Atrás de nós, Vila Queimada ao abandono. Quase destruídas as suas velhas habitações. Os seus morros queimados pelo incêndio das granadas. Os vales enegrecidos pelo fogo eram como bôcas desdentadas gritando contra a maldade capaz de inventar uma manhã daquelas. Mais adiante na derradeira oração do Morro Verde, pedindo a primavera de Paz entre os homens de boa vontade.
Mas os homens eram de má vontade..."
Palmares pelo avesso, Paulo Duarte.

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Documentos do batalhão e Boletins de Operações, trazendo o dia-a-dia operacional da 4a Cia. do 1o B.E. do M.M.D.C.

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Uma belíssima curiosidade: A "chapinha" do Sr. Olympio Vieira de Castro, futuro sogro do Tenente Milton. Junto ao distintivo, um raríssimo exemplar do documento que identificava o voluntário.

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Para fechar a matéria em homenagem ao dia de amanhã, um Hino impresso à Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Em 1932 durante os conturbados dias da revolução, Nossa Senhora foi a protetora dos soldados paulistas e brasileiros.

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