terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Miniatura do primeiro blindado paulista

Trago hoje aos leitores um curioso "mimo" entregue por uma fabricante de equipamentos de sinalização e comunicação de veículos - que é uma miniatura do blindado fabricado na década de 20 pelo gênio construtor Major Nathaniel Prado, patrono do CSM/AM Centro de Suprimento e Manutenção de Armamento e Munição da Polícia Militar do Estado de São Paulo.  A miniatura nos permite ver como era o aspecto deste famoso blindado em três dimensões. São imagens muito interessantes!

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O blindado estacionado no páteo do Quartel da Luz em 1924.

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domingo, 25 de janeiro de 2015

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Lembrança do IV Centenário

Dando sequência a inesgotável série de peças comemorativas do IV Centenário, apresento hoje um exótico quadrinho que foi usado como item de presenteação em 1954. O quadro traz todos os elementos da época: O símbolo do IV Centenário, o brasão da cidade, um postal do Anhangabaú e uma placa com o nome do homenageado. Uma peça interessante e com toda a linguagem da época!

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Casal paulista de 1932

Esta talvez seja a mais bela foto que possuo no meu acervo: O voluntário com o capacete de aço, a jovem com um olhar digno mas entristecido, a imagem de Nossa Senhora na mesa e o cachorrinho no colo. É possível ainda notar as alianças de ferro (mais largas que as de ouro) usadas pelo casal. A imagem me traz a memória alguns versos do poema Moeda Paulista de Guilherme de Almeida:

Ela, que vem na mão dos que se amaram,
Vale esse instante, que não teve fim,
em que dois sonhos juntos se ajoelharam,
quando a felicidade disse :”SIM”.

Vale o que vale a união de duas vidas,
que riram e choraram a uma só voz
e, simbolicamente desunidas,
vão rolar desgraçadamente sós.

Vale a grande renúncia derradeira
das mãos que acariciaram maternais,
o menino que vai para a trincheira,
e que talvez… talvez não volte mais…


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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Barra de ouro da Campanha do Ouro de 1932

Para começar 2015 com o pé direito, trago aos estimados leitores do blog uma raridade!
Uma das 16 barras de ouro que foram fundidas com o ouro arrecadado para serem guardadas para posteridade. Apresentei neste link uma das barras de prata.

- No início da Revolução de 32 os bônus de guerra ajudavam a financiar a luta e eram bem aceitos, mas com as vitórias das tropas federalistas os bônus poderiam deixar de ter seu valor pago, então os revolucionários lembraram da campanha alemã na 1ª Guerra Mundial:
GOLD GAB ICH FUER EISEN - DEI OURO POR FERRO
Assim criaram a CAMPANHA DO OURO: DEI OURO PARA O BEM DE SÃO PAULO.

- A campanha arrecadou um total de 9.152.464$650 (em Réis) ou 120 Milhões de Cruzeiros (em dinheiro de 1951). Seria o equivalente a aproximadamente R$ 31.591.452,66 hoje em dia (atualização janeiro de 1951 a janeiro de 2010 tendo por base o índice IPC-SP FIPE)

- Com a Revolução irremediavelmente perdida, optou-se pela doação dos bens para a Santa Casa de Misericórdia (antes dos ditatoriais colocarem as mãos no dinheiro) e esta cuidou da fundição deste valor em barras de OURO E PRATA sendo que destas foram feitas 16 de OURO e 104 de PRATA em caráter comemorativo.

- 4 barras de prata e quatro de ouro foram doadas: Museu Paulista, Museu da Cúria Metropolitana, Associação Comercial de São Paulo e Museu da Santa Casa de São Paulo. As outras 12 de ouro e 100 de prata foram vendidas juntamente com diplomas e o dinheiro arrecadado repassado ao fundo da Santa Casa. Um parêntese muito interessante: Todos os diplomas comemorativos foram impressos em papel do ano de 1797 com o selo do Império de Portugal.

Abaixo vemos em detalhes de um conjunto com a barra de ouro número 2, que está em uma coleção particular em São Paulo. Agradeço ao dono da coleção por me permitir fotografar essa fantástica peça.

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