quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Claro Jansson, Itararé 1932

Trago hoje aos amigos do blog uma pequena série de fotos do fotógrafo sueco Claro Gustavo Jansson (1877-1954) que da cidade de Itararé acompanhou e fotografou as tropas paulistas e ditatoriais em operações naquele setor. Algumas destas fotos são inéditas e foram obtidas diretamente da família do fotógrafo.

A obra deste célebre fotógrafo é extensa e abrange diversos períodos importantes de nossa história - mas aqui no blog vamos apresentar justamente o recorte que é nosso tema principal. Interessante também notar que algumas delas apresentam legendas no verso - que serão reproduzidas antes da imagem. Abaixo vemos alguns dos carimbos utilizados pelo Estúdio Jansson.

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Batalhão Universitário Paulista 14 de Julho. Soldados Felício Cintra Prado, Alonso Camargo e José Inácio Lobo. Itararé 16 de Julho de 1932.

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Tenente João Batista Ferreira Lobo (4o da esq. para dir.)

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Soldados Antonio Moretti e Olivieri, que sob fogo cerrado inimigo cortaram os fios do telégrafo em Buri, interrompendo as comunicações da ditadura.

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Dr. Jorge A. Merege, 3 de outubro de 1932, Ourinhos.

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General Cruz, Comandante do Setor Sul.

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Soldado gaúcho ferido sendo transportado para a retaguarda.

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A famosa foto do armamento usado pelos paulistas e uma versão alternativa com munição de canhão e fuzil. Interessante notar a presença do bocal lança granadas.

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Igreja Matriz em Capão Bonito.

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Avião ditatorial em Itararé.

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Sistema de túneis e trincheiras as margens do Rio Itararé (Barreiro) e na Fazenda Morumgava.

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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Medalha Mérito e Dedicação

Recentemente tive a honra de ser agraciado com a Medalha Mérito e Dedicação do Diretório Acadêmico XV de Dezembro da Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Agradeço aos Alunos Oficiais pela indicação e abaixo apresento a medalha e trecho do decreto que a oficializa.
Decreto nº 25.348, de 4 de junho de 1986
FRANCO MONTORO, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista as manifestações do Secretário da Segurança Pública, Decreta:
Artigo 1.º - É dado caráter oficial à Medalha Mérito e Dedicação, instituída pelo Diretório Acadêmico XV de Dezembro, da Academia de Polícia Militar do Barro Branco, com o objetivo de galardoar as pessoas físicas ou jurídicas, civis, militares ou policiais militares, que, por seus méritos pessoais e por relevantes serviços prestados ao Diretório Acadêmico XV de Dezembro, à Academia de Polícia Militar do Barro Branco ou à Polícia Militar do Estado de São Paulo, se tenham feito dignos de especial homenagem.

Artigo 2.º - A Medalha é de formato circular, de bronze, com 32mm (trinta e dois milímetros) de diâmetro, tendo no anverso, no campo, o emblema do Diretório Acadêmico XV de Dezembro e na orla, no semicírculo superior os dizeres "Mérito e Dedicação" e no semicírculo inferior os dizeres "Diretório Acadêmico XV de dezembro", em caracteres versais e no reverso, no campo, o Brasão de Armas da Polícia Militar do Estado de São Paulo, encimando as iniciais "APMBB" e na orla, no semicírculo superior, os dizeres "Polícia Militar do Estado de São Paulo", tudo em caracteres versais. A Medalha será usada do lado esquerdo do peito, pendente de fita, com 32mm (trinta e dois milímetros) de largura, com cinco listas iguais, sendo a do centro de cor branca, ladeadas de listas azuis e vermelhas, que passa por uma travessa fixada à Medalha por um ornato de folhas de louro.

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Como curiosidade trago abaixo a imagem de uma antiga flâmula do tradicional Diretório Acadêmico XV de Dezembro, ainda da época da Força Pública e também alguns detalhes da belíssima barretina símbolo da instituição.

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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Capas de livros sobre a Revolução de 32 - Parte 2

Mais algumas capas seguindo a sequência do post anterior. É interessante notar a capa do livro de Armando Brussolo, "Basta de Mentiras" - que é uma resposta ao livro do Cel Herculano. Outra capa curiosa é a capa do livro "Chorando e Rindo" de Cornélio Pires.

Cel Herculano C. e Silva, A Revolução Constitucionalista.

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A. Brussolo, Basta de Mentiras.

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Arthur Morgan, Os Engenheiros de São Paulo em 1932.

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Horácio de Andrade, Tudo por São Paulo!

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M. Garcia de Gomar, A Heroicidade despertada de um povo.

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Cornélio Pires, Chorando e Rindo.

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Epandro, Estilhaços de Granada.

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